poema

palavras faltaram
abstive-me para sempre 
e na eternidade sou consumido pela lembrança
que às vezes de subto brota 
outras cala longamente
neste velar fica o espectro do que não deveria conter
e taciturna fica a dor
a névoa que inebria e
que quando rompe
é mais liberdade que martírio
trazendo-me assim força 
para que novamente em casulo
possa me consumir diante do silêncio

segunda 13 fevereiro 2012 18:40


3 comentário(s)

  • filosofiaxauteriana Ter 21 Fev 2012 01:28
    Bom descanso Amigo Dezena, nessa neblina onde se respira o renovar da coragem com que construimos o percurso da vida!
    Saudações cordiais, desde Paris, 21/02/2012 Pablo O.A.
  • diariudeumvagabundo Sáb 18 Fev 2012 19:06
    uaaaaau super legal
  • macova Qui 16 Fev 2012 19:45
    Muito bom !


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