Rapidinha da sexta-feira

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Hoje acordei com o astral lá em cima. Verdade! Confirmo pela incredulidade de alguns. E estava tão bom que ao ler o jornal descobri o motivo: "Semana vai terminando bem para você, com laços fortalecidos, inspirações certeiras. Clientes ou parceiros em elevação. Materialmente e emocionalmente, um dia excelente. Aproveite!" Puxa! Já pensei em cantar a faxineira. É uma belezinha, mais bonita do que a que o Geraldo teve que demitir. Vocês podem até dizer que nunca fui ligado a horóscopo. Mas, estou entrando numa fase esotérica. Ontem estudei muito sobre leitura das mãos. Isso mesmo, cada mão fala de uma parte de nós. Quando cheguei em casa, à noite, contei à Luciane meu desejo de aprofundar meus conhecimentos no assunto e abrir um site de leitura de mãos pela internet. Ela olhou-me com ar de incredulidade e disse: "Só essa que me faltava!" Às vezes, me sinto incompreendido e isso me faz mal, me deixa pra baixo, me derruba mesmo. Disse em seguida que arrumaria outra mulher e fugiria. Ela me olhou de cima em baixo e fez uma expressão como a dizer: "Você não está com essa bola toda!" Ela não sabe que não é por falta de tentativas. Acho que realmente não estou com essa bola toda. Não estou, não. Acho que nunca estive. Mas, continuarei meus estudos esotéricos. Sei que as coisas estão modernas, mas pegar na mão era o começo de todos os namoros, na minha mocidade. Quem sabe?
Bom fim de semana.

sexta 27 abril 2012 07:05


POEMINHA ERÓTICO

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quinta 26 abril 2012 14:36


Matéria Gazeta de São João - 21/04/2012

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ANENCEFALIA

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal fez um julgamento que ele próprio intitulou como o mais importante da sua história, o caso da descriminalização nos casos de interrupção da gravidez quando constatada a anencefalia. Fiquei incomodado com o resultado, se a votação tivesse sido ao contrário, confesso que não dedicaria mais tempo ao assunto. Minha amiga Marta de Sorocaba, disse-me que fatalmente era pela nossa formação cristã. Seria apenas isso? Não possuía um conhecimento aprofundado sobre o assunto e procurei estudá-lo, embora parcamente devido a dimensão) antes de emitir opinião.

A anencefalia ocorre 1 em cada 1.000 bebês. Trata-se da má formação do cérebro, não a ausência dele (o cérebro tronco está presente) e ausência da caixa craniana. Um dos pontos a ser analisado é quanto à saúde da mãe. Ela não corre risco e a gravidez pode ser levada adiante normalmente do ponto de vista clínico. O que se discutiu no Supremo foi o abalo psíquico da mãe em manter uma gestação sabendo da pequena sobrevida que o filho terá.

Para esclarecimento, pesquisa na Maternidade do Hospital da Cínicas da UFMG.

PARTOS: em 10 anos: 18807./ Casos de Defeitos no Tubo Neural: 89./ Nascidos vivos: 76./ Natimortos: 13. Desses 76, 11 por anencefalia.

SOBREVIDA (para crianças com mais de 2,5 kg): 47% morreram no primeiro dia, 44% de um dia e uma semana, 8% entre uma semana e um mês, 1% com três meses (POMERANCE e SCHFRIN, 1987). Ocasionalmente de 7 a 10 meses (Mc ABBE e col., 1993) e a maior sobrevida foi de 1 ano e 2 meses (GIANELLI, 1987).

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS: chora e movimenta extremidades, succiona e deglute, expressões faciais aos estímulos gustativos, responde a estímulos auditivos, vestibulares e dolorosos, apresenta quase todos os reflexos primitivos do recém nascido (Diament A e Cypel, Nural Infant, 1996, 3 ed., p. 745)

Mas o que mais me deixou cismado foi a onda da imprensa em favor da decisão do Supremo. Não vi (isso pode ter sido por falha minha) nenhuma matéria de mães que tiveram diagnosticado a anencefalia e levaram a gravidez até o final e puderam conviver com seus filhos algumas horas ou alguns dias. Procurei tais relatos e ali descobri que, na minha opinião, o Supremo errou. Os relatos são de que as crianças, embora com a má formação cerebral, sentem, movimentam-se, chutam durante a gravidez, só não possuem condições de manterem-se vivas por um grande período. Ora, se existe vida, mas mesmo com má formação, não deveria ser permitida a sua eliminação sumária porque a sua perspectiva de sobrevida é muito pequena. Se for assim, por extensão, deveríamos eliminar outros casos de doenças. Qual a diferença entre um bebê anencéfalo de uma pessoa adulta com câncer terminal? Do ponto de vista clínico nenhuma. Os dois tem pouco tempo de vida. Do ponto de vista psicofamiliar ver os pais, mães, filhos sofrendo com o estado doentio de um ente querido também não justificaria a sua eliminação para abreviar o sofrimento?

A decisão de eliminação de um ser, que pode ter chances de viver alguns dias, porque ele tem uma má formação me pareceu um atitude meio hitlerista. Quando o ser humano começa a decidir se outro ser humano pode ser eliminado por ter uma má formação, uma perspectiva de vida pequena, para preservar a psique da mãe, acredito que ele erra em conceito. A sociedade deveria ser incentivada em manter a vida sob qualquer circunstância. Essa mãe deveria ser encorajada e louvada pela atitude de preferir a vida ante qualquer argumento ou dificuldade por mais dramática que seja.

Aline Teixeira da Costa, médica geneticista, com mestrado em aconselhamento genético em casos de anencefalia, diz: “Além disso, a descriminalização de aborto dos anencéfalos abre precedente para o aborto de outras malformações fetais letais, podendo estender-se para aquelas condições com letalidade aumentada (como a síndrome de Edwards e a síndrome de Patau). É uma postura delicada que beira a eugenia.”

segunda 23 abril 2012 13:55


Crônica do domingo!

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Puxa, estou atrasado!
É que ontem a balada foi até tarde, levantei cedo pé na estrada para a Mooca. Agora que cheguei em casa. Almoçamos na "Primeira cervejaria da Mooca" que é mentira. Perguntei para o garçon e ele disse que a cervejaria abriu há 2 anos. Como pode ter sido a primeira? Mas o ambiente é muito gostoso e a comida boa. Resolvi perdir um sulvinir (assim que escreve?). Um saleiro com a marca da cervejaria. Critica geral da Luciane e da , mas cara de pau que sou, pedi. Aprendi com a minha amiga Vanessa, que o máximo que pode acontecer é ouvirmos um não. Via, lá longe, o garçon conversando com o metri (é assim que se escreve? kkkk) e apontando minha mesa. Disse que não era de São Paulo e só queria uma lembrança. Não é que o danado pediu desculpas por não poder dar o saleiro! Em compensação me presenteou com duas canecas de porcelana (uma grande outra pequena) com a marca da cervejaria que deixou a Letícia e a Luciane de boca aberta kkkk. Coloquei-as na minha estante! Toda a vez que for em algum lugar pedirei um sulvinir (é assim que se escreve? kkkk). Não quero me tornar um cleptomaniaco (pqp, é assim que se escreve? kkkk).

Bom fim de domingo!

domingo 22 abril 2012 15:09


Rapidinha da sexta-feira

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Hoje sexta-feira é dia do Happy Hour. Já escrevi em outras cônicas que acredito ser o melhor dia da semana. Primeiro que trabalhamos muito na sexta, então não podem acusar-nos de vagabundo pelo ócio da tarde/noite. Diferente de você fazer o mesmo em um dia da semana sabendo que no dia seguinte o infindável trabablho nos espera como um jacaré com a boca aberta cheia de dentes e um mau hálito insuportável. Na sexta temos a vantagem de acordarmos no maravilhoso sábado, de preferência com chuva, para que nem a consciência fique pesada por passarmos o dia todo na cama. kkkk

Boa sexta-feira e um ótimo final de semana a todos!

sexta 20 abril 2012 09:33


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